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De que maneira a inovação tecnológica está transformando os centros de distribuição no país? Veja com Elmar Juan Passos Varjão Bomfim

Como considera o ex-presidente da OAS Elmar Juan Passos Varjão Bomfim, o boom dos centros de distribuição no Brasil transformou a paisagem das principais rodovias e eixos logísticos, impulsionado pela digitalização do consumo e pela necessidade de maior agilidade nas entregas. Esse fenômeno exigiu que a construção civil abandonasse os galpões convencionais para adotar estruturas de alta tecnologia e performance. 

Este artigo analisa como o setor de engenharia pesada se tornou o alicerce para a expansão do e-commerce, garantindo a infraestrutura necessária para suportar operações complexas de armazenagem. Continue a leitura para entender como a engenharia de ponta viabiliza o crescimento acelerado deste mercado estratégico.

Aceleramento do mercado logístico impulsiona novos métodos construtivos focados na rapidez e durabilidade

A aceleração do mercado logístico demandou métodos construtivos que priorizam a velocidade de entrega sem sacrificar a durabilidade da obra. Como considera o ex-presidente da OAS, Elmar Juan Passos Varjão Bomfim, o uso intensivo de elementos pré-moldados e sistemas de cobertura lightweight permitiu que cronogramas de obras gigantescas fossem reduzidos drasticamente. 

O desafio não reside apenas em erguer a estrutura, mas em garantir que a fundação e o piso suportem o tráfego constante de veículos pesados e o peso de estantes que alcançam alturas cada vez maiores. A engenharia moderna atua como uma facilitadora de negócios, permitindo que as empresas ocupem espaços operacionais em tempo recorde para atender às demandas sazonais do varejo. 

Como a engenharia sustenta o boom dos centros de distribuição no Brasil?

A especialização técnica das construtoras permitiu o desenvolvimento de condomínios logísticos modulares que se adaptam a diferentes tipos de ocupantes, desde farmacêuticas até grandes marketplaces. Segundo o ex-presidente da OAS, Elmar Juan Passos Varjão Bomfim, a engenharia civil teve que se integrar profundamente à engenharia de automação para prever cargas elétricas e redes de dados que suportem robótica e inteligência artificial no estoque. 

Elmar Juan Passos Varjão Bomfim
Elmar Juan Passos Varjão Bomfim

A capacidade de projetar vãos livres amplos, sem colunas excessivas, é o que permite a flexibilidade necessária para o layout das esteiras e dos sistemas de triagem. O sucesso de um empreendimento logístico hoje é medido pela sua capacidade de ser um “organismo vivo” tecnologicamente avançado. Outro ponto crucial é a infraestrutura externa, que envolve a construção de alças de acesso, pátios de manobra e áreas de apoio aos motoristas com altos padrões de segurança. 

Qual é o futuro do mercado logístico sob a ótica da engenharia?

O futuro aponta para a verticalização e para a construção de centros de distribuição “last mile” dentro das grandes metrópoles, onde o aproveitamento de espaço é o maior desafio técnico. Como constata a liderança da empresa do Grupo André Guimarães, Elmar Juan Passos Varjão Bomfim, projetar armazéns de múltiplos andares com rampas para caminhões exige cálculos estruturais complexos e soluções de combate a incêndio inovadoras. 

A engenharia brasileira está se preparando para essa nova fronteira, importando conceitos globais e adaptando-os à realidade do solo e do clima tropical. O crescimento contínuo do setor dependerá da nossa capacidade de inovar em métodos construtivos que ocupem menos área e entreguem mais eficiência.

A evolução da infraestrutura de armazenagem

A consolidação do mercado de centros de distribuição é a prova de que a engenharia e o desenvolvimento econômico caminham de mãos dadas no Brasil. Por fim, como enfatiza o ex-presidente da OAS Elmar Juan Passos Varjão Bomfim, o papel da nossa engenharia é garantir que essa infraestrutura seja construída com a máxima qualidade e respeito ao meio ambiente. 

Autor: Diego Rodríguez Velázquez

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